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Instituto GESC

Agradecimento participação Webinar de 14/07

O papel da Liderança começa por reconhecer o fim da dicotomia entre a responsabilidade social e o lucro.

 

Esta é uma das principais conclusões debatidas durante webinar “O papel da Liderança na Responsabilidade Social Empresarial”, promovido em parceria pelo Instituto GESC e eSolidar, no dia 17 de julho, que contou com a análise de Silvio Dulinsky, membro do Comitê Executivo e responsável pela área de insights sobre Governança Corporativa no Fórum Econômico Mundial, Luis Carlos Gouveia Pereira, diretor executivo do Instituto EDP e Rui Ramos, CEO do eSolidar.

 

Para Silvio é cada vez mais evidente que a sociedade espera das empresas mais do que respeito ao meio ambiente e dignidade das pessoas, mas há uma expectativa crescente de que trabalhem para melhorar a sociedade em todas suas áreas de atuação. Uma reflexão que já questiona o modelo econômico com foco exclusivamente no lucro dos acionistas.

 

Como exemplo, Silvio comparou duas companhias farmacêuticas. Enquanto a Novonordisk se posiciona como uma empresa que busca enfrentar e eliminar o diabetes, não necessariamente vender insulina e um recente escândalo nos EUA expos como a Insys Therapeutics estimulou a prescrição indiscriminada de opióides com alto poder de gerar dependência química e desencadeou uma epidemia de adição em drogas como a heroína.

 

Mas foi justamente num momento de grande crescimento econômico que a EDP se viu impelida a repensar seu posicionamento. Segundo contou Luis Carlos Gouveia Pereira, a partir da diferença dos índices de satisfação de funcionários, acidentes de trabalho das plantas brasileiras recém implantadas, a liderança entendeu a urgência da implantação de uma nova cultura humanizada.

 

Alguns princípios que passaram a nortear a atuação surgiram a partir de entrevistas com os próprios colaboradores como o princípio “a vida em primeiro lugar” e “responsabilidade pelo todo” para o combate a situações de risco para todos os envolvidos. O propósito da EDP, nas palavras de Luis Carlos, passou a ser “Usar a nossa energia para cuidar sempre melhor” ampliando o conceito prático de energia elétrica para energia transformadora, humana.

 

A partir desse projeto, o bônus dos executivos que antes era 100% atrelado ao desempenho econômico da empresa, passou a ser condicionado também aos índices de satisfação de funcionários, número de acidentes, relação com a comunidade e satisfação dos clientes.

 

Sobre a recente inciativa de super ricos, noticiada pela imprensa, que apresentaram uma Carta Aberta aos governantes pedindo por maiores taxações de suas fortunas, Rui Ramos comentou que seria muito mais efetivo se usassem suas empresas e marcas para criar programas e mudanças de cultura que tivessem a responsabilidade social como norteador.

 

Com os impactos da Pandemia que agravaram as diferenças sociais fica claro que enquanto as lideranças tratarem a Responsabilidade Social como atribuição de um departamento, sem alinhamento não só com a estratégia mas com o modelo de negócio em si, ainda será vista como um centro de custos e não como gerador de valor.

 

Se você perdeu a roda de conversa, acesse AQUI a gravação do evento.

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